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Supremacia Marvel - Vingadores #4.

Os maiores heróis da Terra reunidos para enfrentar as ameaças que não poderiam sozinhos. Na Supremacia Marvel cada um dos heróis conhecidos e amados tem uma nova e empolgante origem, sob uma ótica diferente, mas ao mesmo tempo, familiar.

Moderador: João-Resgate

Supremacia Marvel - Vingadores #4.

Mensagempor João-Resgate em 17 Jul 2009, 21:21

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Coração de Metal. Parte 1.
Por João Norberto da Silva.

“Aqui é Ironheart... Repito... Aqui é Ironheart... Pedindo confirmação do alvo...

O alvo está à sua frente Ironheart... Proceda conforme o ordenado.

Mas... É uma vila comum... Só tem civis por lá!! Eu... E-eu não posso!!! Tem crianças pelas ruas e...

Pois bem... Não temos tempo a perder, portanto... Assumindo o controle do jato. Ironheart você está sendo afastado do seu posto. Aguarde novas instruções ao final da missão. Não tente, repito, não tente sob nenhuma circunstância, interromper o ataque.

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ....”


- ... ÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!! - O homem se ergue da cama com um salto, o pesadelo dessa vez foi o mais vívido que ele já tivera, fazendo-o ficar sentado na cama, com as duas mãos sobre o rosto, respirando sofregamente, buscando se acalmar.

Ele levanta e vai até o banheiro, lava o rosto e olha pela janela. Ao ver uma típica madrugada de Londres, tomada pelo também típico fog londrino, ele sorri, agradecendo ao aquecimento de sua casa, que permite que ele fique despido sem sentir o menor traço do frio que faz lá fora. Logo os primeiros raios de Sol talvez surgirão, isso se não for mais um dia típico de Londres, é claro, mas ele não verá isso, uma vez que, tendo fechado tão tarde A Oficina, um dos mais procurados pubs da vida noturna de Londres, ele dormiria até depois do meio dia. Como sempre.

O espelho do banheiro tem um pequeno visor holográfico ao lado, que mostra os detalhes do monitoramento das funções biológicas do homem. Ele as analisa e, satisfeito por estar ficando mais calmo, volta devagar para seu quarto, mesmo sabendo que o sono não virá tão fácil.

Vestindo um confortável roupão vermelho, ele caminha até um abastecido bar, que fica exatamente ao lado de sua cama, enche um copo de whisky e senta numa confortável poltrona, acionando o que vagamente lembra um laptop extremamente moderno.

Uma tela holográfica surge diante dele e logo informações diversas começam a se multiplicar diante dos olhos do homem que teve seu sono interrompido. Ao mesmo tempo em que ele aparentemente entra em transe, ao compilar todas as informações em seu cérebro, sua mão direita procura um rádio velho que jazia ali perto.

Ao tocar o antigo e avariado aparelho as peças do mesmo parecem se liquefazer e escorrem na direção do laptop que o homem está a usar, se fundindo a ele e, desse modo, fazendo a tela aumentar de tamanho e velocidade, o que força o usuário a piscar algumas vezes para manter sua atenção focada.

Ele permanece mais alguns minutos conectado, mas logo desliga o aparelho que acabara de ser modificado e, indo contra suas expectativas, ele vê pequenos raios de luz entrarem pela janela do quarto “Hoje vai ser um dia daqueles...” e, sem se prender ao tom de profecia de seus pensamentos, ele volta para a cama, não pretendendo acordar antes das três da tarde.

Poucos minutos depois um moderno celular, também melhorado graças às habilidades que ele usara há pouco, toca, fazendo-o despertar e pegá-lo em meio a uma sucessão de xingamentos.

- Tony Stark falando... - Ainda entorpecido pelo sono, que começa a cobrar o preço pela vida noturna agitada, ele ouve incrédulo a voz que chega até ele. - O quê?!!

Enquanto isso no prédio principal das indústrias Stane, o presidente da companhia recebe a visita de um dos seus principais investidores internacionais.

- Shen... – Obadiah Stane se ergue por detrás de sua escrivaninha e caminha com os braços abertos na direção do convidado. Apesar da pouca idade, cerca de trinta e cinco anos, ele já apresenta o topo da cabeça todo calvo, mas o terno Armani que ele veste não esconde seu físico bem cuidado. - Meu bom amigo... Venha... Sente-se aqui nessa poltrona... - O moderno escritório possui móveis caríssimos e Stane vai até seu bar pessoal, preparando um drink. - Bebe algo?

- Não no meio dos negócios... Talvez mais tarde possamos nos ater aos prazeres da noite Londrina... Por enquanto eu gostaria de saber como vai indo nosso projeto conjunto...

- Claro... Claro... - Vendo que sua tentativa de ganhar mais tempo havia falhado, Stane resolve usar outra tática, a de enrolar um leigo. - Os servomotores têm apresentado uma complicação não esperada, mas nossos técnicos acreditam que tal problema logo será resolvido, uma vez que...

- Obadiah... - A voz do outro é tão gélida que o empresário sente um arrepio lhe subir pela coluna. - Não tente me ludibriar... Quero uma resposta direta quanto à data de término do primeiro protótipo do projeto MdF... Agora.

- E-eu... Hum... - Não restando mais nenhuma opção, a verdade é o que ele deve contar. - Existem várias complicações e nossos técnicos ainda estão perdidos no que tange o funcionamento do projeto... A tecnologia na qual realizamos engenharia reversa nos deixou com muito mais dúvidas do que respostas... Ainda estamos tentando localizar o criador original e...

- Certo... em outras palavras, um fracasso total até o momento... Seu tempo está acabando Obadiah... Se apresse e me consiga algum resultado para minha próxima visita, senão... - O ar do escritório esfria rápida e repentinamente, por conta de um violento vento que escancara uma das janelas.

Obadiah se apressa em fechá-la e quando se volta o visitante já não está lá, mas o final da ameaça do mesmo permanece no ar “... Você saberá do que é capaz a fúria do Mandarim...”, o que faz o empresário se dirigir o mais rápido possível para os laboratórios Ômega, vários andares abaixo do nível do solo, no prédio principal das Indústrias Stane.

No caminho ele usa seu celular para uma ligação encriptada. Assim que a pessoa do outro lado da linha atende, Stane fala apenas o necessário:

- Chegou a hora...

No outro lado da cidade, um apressado Tony Stark, que mal conseguira vestir uma roupa além de sua jaqueta de couro, um costume desde os tempos de aviador, se dirige até o principal aeroporto de Londres, o Healthrow, deixando seu carro mal estacionado, o que seria corrigido depois pelo excepcional computador interno do veículo, enquanto ele corre até o portão principal, de onde desembarcariam os passageiros de um vôo que acabara de chegar dos Estados Unidos.

Ele xinga baixinho, percebendo que chegara um pouco atrasado, vendo vários passageiros sendo recebidos por parentes e amigos, todos em confraternização, abraços e outros cumprimentos. Ele olha ao seu redor, procurando a pessoal que havia ligado para ele, pedindo que ele viesse até lá tão cedo.

Quando o desânimo e também o sono começam as se abater sobre Tony, ele se prepara para ir embora, lembrando que deveria ter trazido seu celular, para poder entrar em contato com quem ele deveria se encontrar, novamente culpando o sono e a surpresa também, ambos impedindo-o de raciocinar direito. É nesse momento que ele sente algo encostando nas suas costas, o que o faz se voltar violentamente, usando um golpe marcial, visando desarmar quem quer que tenha tido a coragem de ameaçá-lo.

- Puxa!! - Tony se assusta quando percebe quem é a pessoa que acabara de imobilizar. - Ainda bem que sou um amigo! Imagino como você trata os inimigos!

- Rhodes!!! Seu filho da mãe!! Como é bom te ver de novo!

- Puxa! Estou feliz em ouvir isso! Será que dá prá me soltar agora?

- Ops...

Tony solta o amigo e ambos trocam um caloroso abraço, evidenciando a saudade que ambos haviam sentido no tempo em que James Rhodes havia ido para os Estados Unidos, para enfrentar a corte marcial do exército americano, por conta de algo ocorrido há cinco anos atrás.

- Rhodes... Puxa, eu... Eu nem sei o que dizer e...

- Não diz nada amigão... Já disse que eu faria tudo aquilo de novo se fosse necessário.

- Mas... A prisão... Esses anos todos lá por algo que você não fez e...

- Tony. - O outro ergue a mão, num claro sinal para que seu amigo se calasse. - Teremos tempo para falar sobre tudo isso... No momento eu gostaria mesmo sabe do que?

- Qualquer coisa que você quiser amigo... Qualquer coisa...

- Quero um daqueles drinks malucos que cê sabia criar como ninguém... - Rhodes passa um de seus braços pelos ombros de Tony, ambos seguindo para fora do aeroporto. - E agora que cê tem seu próprio Pub eu imagino que tipo de bebida cê deve tá criando por lá. Bora.

Os dois saem conversando amenidades, mas sabem que, mais cedo ou mais tarde terão de conversar sobre tudo o que ocorrera no passado em comum dos dois.

Isso traria aos dois várias lembranças que não seriam apagadas tão fácil.

O percurso do aeroporto até A Oficina é feito em silêncio pelos dois amigos, Tony prestando atenção exagerada no trânsito, com poucos carros naquela manhã e Rhodes, olhando displicente pela janela. Ambos tentando evitar o assunto, mas tendo suas mentes inundadas pelas lembranças do ano de 2003, quando começou a guerra do Iraque.

“- Ironheart?!!! Que merda de codinome é esse? Putz... Tinha de ser um inglezinho metido a piloto prá bolar uma dessas...

- Olha só quem fala! War Machine... Credo... Parece aqueles super heróis de quadrinhos infantis... Aposto que tirou o nome de um daqueles desenhos americanos sem graça de Sábado de manhã...

Quem visse os pilotos Tony Stark e Jim Rhodes, discutindo acaloradamente por causa de um assunto tão banal, não imaginaria que os pilotos haviam se tornado rapidamente o melhor amigo um do outro, claro que estarem em meio à uma guerra ajudava a aproximar as pessoas, mas isso não era o principal, eles haviam percebido várias similaridades, tanto em suas vidas quanto em seus gostos pessoais. Morenas exóticas eram um dos vários pontos em comum.

O líder estratégico da equipe mista de pilotos era o, na época, coronel Obadiah Stane, um antigo desafeto de Stark, desde os tempos em que os dois eram apenas soldados recém-recrutados, sendo usados pelo governo inglês como cobaias numa série de experimentos. O líder da esquadrilha recebera o “carinhoso” apelido de Monge de Ferro por conta da sua conduta rígida e que não permitia o mínimo questionamento de suas ordens. Ele sempre fazia questão de lembrar como Stark perdera várias oportunidades de subir de posto, principalmente por conta da vontade deste em permanecer como piloto, pois Tony sempre dizia que não havia nascido para pilotar uma mesa.

O nome que o grupo de pilotos escolhera era sempre relembrado pelo coronel, pois a [i]“Força de Trabalho”deveria seguir à risca esse nome, todos funcionando como perfeitas ferramentas, sob o controle de Stane. Seria assim e apenas assim, que aquela coalizão venceria a guerra contra o terror.

A cada ataque bem sucedido da Força de Trabalho, o prestígio do comandante Stane aumentava, bem como os vultuosos depósitos em suas contas pessoais na Suíça, por causa das tecnologias revolucionárias que ele apresentava para seus líderes e que sempre eram testadas nos alvos escolhidos pelos mesmos “investidores”.

Foi nessa época que os noticiários internacionais começavam a falar sobre ataques equivocados das forças americanas e britânicas, atingindo vilarejos onde não havia sinal algum de movimentação militar, matando vários civis no processo, tudo prontamente desmentido pelo exército. Na verdade nem o exército sabia, mas a grande verdade é que esses ataques haviam sido encomendados a Stane.

Quando Tony Stark e seu amigo Rhodes se recusaram a atacar uma dessas vilas, Stane assumiu o controle da aeronave e destruiu o local assim mesmo, num bombardeio terrível.

Não houve nenhum sobrevivente e os jatos voltavam para a base, ainda sob o controle do comandante, deixando os dois pilotos às voltas com seus pensamentos solitários, uma vez que até a comunicação entre os dois estava cortada e nada do que fizessem poderia desativar o piloto automático.

Foi sem nenhum aviso que um míssil atingiu a traseira do jato de Tony e logo depois foi a vez de Rhodes. Com todos os controles travados, eles não podiam nem mesmo acionar os ejetores, fazendo com que ambos tivessem como única opção rezar para que não morressem em meio às chamas, que começavam a consumir os jatos.

O milagre veio, mas não do modo como eles esperavam.

Rhodes já começava a desmaiar quando viu o vidro de seu jato ser arrancado por uma figura aparentemente humana, tendo seus olhos ofuscados pelo brilho dourado que vinha de seu salvador. Ele jamais imaginaria o que iria acontecer em seguida.”


O tempo das lembranças terminou quando os dois amigos chegam à Oficina, o pub tocado por Tony. O mesmo já oferece um drink ao convidado e, conforme os dois avançam pela área restrita do local, descendo vários andares por um elevador especial e secreto, chegam ao local que Rhodes queria ver desde que pisara em solo londrino.

Assim que as portas se abriram, a verdadeira Oficina se desdobrou diante dos olhos surpresos e ansiosos de Rhodes, mesmo com ele já tendo lido sobre o lugar nas várias cartas trocadas com o amigo nos anos de prisão.

Ainda assim era tudo impressionante. O salão era enorme, com vários aparelhos espalhados por todos os cantos, enquanto muitos eram facilmente reconhecidos, tais como rádios, televisores, celulares, até geladeiras e outros eletrodomésticos, todos antigos e semi desmontados, outros pareciam ter saído de um filme de ficção científica e seus usos desafiavam a imaginação. À direita da entrada, um amplo local com várias marcas no chão, que lembravam queimaduras como as que fogos de artifício deixam ao serem lançados e, num outro ponto, uma enorme parede de circuitos parecia estar ligada à porta de algo que parecia um cofre.

- Eu posso ver?

- Claro eu... - Todo o local estremece, fazendo com que os dois amigos tenham de se apoiar em algo para não cair. - Meu Deus!!! O que foi isso?!!

- Vamos para a rua!!!

Tony demora um pouco, olhando para o cofre, mas logo Rhodes o chama de volta ao elevador e ambos sobem na direção do pub, extremamente apreensivos com o que pode estar acontecendo na cidade.

- Deve ter sido uma explosão muito forte e muito próxima... - Tony falava muito, tentando disfarçar o nervosismo. - Só assim para termos sentido lá embaixo... Será algum ataque?

- Espero que não seja nada demais... - Rhodes se cala, ao perceber que seus desejos soam como uma infantil esperança, ao perceber como o elevador parece lento, por causa de sua ansiedade em alcançar o andar do Pub. - Puxa!!! Finalmente.

Ambos correm o mais rápido que podem e, ao abrir as portas do Pub, várias pessoas entram, todas fugindo apavoradas de algo que está acontecendo do lado de fora. Eles abrem espaço pelo mar de refugiados da rua e olham para os dois lados, ainda sem ver o que estava acontecendo.

É quando uma nova explosão é ouvida e sentida que eles voltam seus olhares para a direita, a tempo de ver um sobrado sendo destruído e uma figura aparentemente humana se erguer dos destroços e alcançar os céus.

- É isso aí!!! Fujam todos das chamas do Inferno!!!

- Tony?

- Cuida da Oficina Rhodes... E trate de arrumar algo prá todos aqui tomarem...

- Aonde cê vai?!!!

A pergunta do americano, no entanto, se perde em meio à barulhenta multidão e ele apenas pode ver seu amigo indo na direção do elevador de onde ambos haviam acabado de sair.

O vilão continua a disparar rajadas flamejantes, destruindo mais um prédio, enquanto os moradores do mesmo ganham desesperados as ruas, tentando salvar suas vidas. Inferno parece se divertir ainda mais com aquela cena e, pretendendo aumentar o terror e o caos, ele estica sua mão na direção de uma mulher que segura seu bebê.

- Hum... Tão fácil e... AAAARRRRRGGGGGHHHH!!!!!!!!!!!!!

O vilão segura a mão que estava esticada, agora com um pequeno filete de fumaça saindo de onde ele acabara de ser atingido por um raio, que parecia ter partido de um pouco acima de onde ele estava. Ao olhar para cima, Inferno vê quem o havia atacado.

Parecia um robô de forma aparentemente humana, cujo corpo apresentava vários apetrechos, mantendo uma das mãos estendidas na direção do vilão, sendo possível perceber a energia que ainda crepitava, por causa do raio que fora disparado.

- Muito bem... - Se houvesse uma pessoa lá dentro, Inferno não pode dizer, uma vez que a voz do outro soava extremamente mecânica. - Entregue-se agora e evite mais ferimentos desnecessários...

- Desgraçado... Você vai me pagar!!! - Mais uma rajada de fogo é disparada e atinge em cheio o recém chegado, causando uma explosão e cobrindo o mesmo com uma grossa nuvem de fumaça. - Espero que tenha aprendido a lição seu... Heim?

- Imagino então que não poderemos resolver isso civilizadamente... - A fumaça lentamente se esvai, mostrando que o outro não sofrera nem um arranhão. - Então que seja rápido.

Dito isso os dois avançam um da direção do outro, prontos para um combate como nunca havia sido visto.

- Quem é aquele? - Um garoto ao lado de Rhodes também observa a batalha que se inicia.

- Ele... - O americano olha fixamente para aquele que ele sabe ser seu amigo e pensa um pouco antes de responder. - Ele é o... Homem de Ferro.

Continua.
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Re: Suprema Marvel - Vingadores #4.

Mensagempor Black Raven em 12 Ago 2009, 00:05

Eheheh... a mera menção á Obadiah Stane já me causa desconforto..eheheheh...
Gostei do passado em comum de Tony e Jim...
Ótima alusão aos Force Works, cara... Não conehço o vilão inferno, mas agora é só sentar e aguardar o Tony encher ele de porrada.
Abração,!!
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Re: Suprema Marvel - Vingadores #4.

Mensagempor João-Resgate em 12 Ago 2009, 08:07

Black Raven escreveu:Eheheh... a mera menção á Obadiah Stane já me causa desconforto..eheheheh...
Gostei do passado em comum de Tony e Jim...
Ótima alusão aos Force Works, cara... Não conehço o vilão inferno, mas agora é só sentar e aguardar o Tony encher ele de porrada.
Abração,!!

Opa! Valeu grande Black!
Não pude deixar dce me inspirar no filme na escolha do vilão da origem desse meu HdF... Obadiah é muito legal!
Quanto ao Inferno é um vilão pouco conhecido, mas eu gosto muito dele e acho sempre que não existe personagem ruim, mas mal escrito ;)
E vc num vai precisar esperar muito, pois nessa sexta o capítulo 5 dos Vingadores estará On line.
Valeu demais pelos comentários!!!
Aquele abraço e até mais!
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