by LucasFAdS » 11 Fev 2010, 19:17
Legal, projeto interrompido sem data d retorno.
Motivo: Escola... tenho 3 trabalhos/projetos que vão durar o ano inteiro (não é ironia...)
Estava escrevendo o começo da 1º do DH ainda...
Bem, como não sei se/quando vou continuar, la vai o pouco que escrevi...
Diamond Hands - #1
Quero ser herói!
O Universo... Nós, humanos acreditamos que não haja vida inteligente em outros planetas, no máximo seres unicelulares...
A milhões de anos-luz de nós se encontra um planeta, menor que o nosso, um planeta habitado por seres de fisionomia semelhante a nossa, a unica diferença é que todos os seus ossos são feitos de um material muito resistente, parecido com diamantes.. Tal planeta possui uma atmosfera bem desenvolvida e infinitamente melhor que a da Terra, considerando tudo que "nós" já fizemos... O solo possui tonalidades de roxo bem fortes, é fertil e massio; o céu é escuro a todo instante, mas o planeta é bem iluminado apesar disso, talvez pela presença de alguns gases, que se combinam no ar e geram luz eterna e renovavel...
Nossa história começa em um castelo, o lar da monarquia. O castelo é imponente, pintado por fora todo de um tom de vermelho escuro, e detalhes a ouro, uma obra prima. La dentro acaba de nascer uma criança, um menino, sobrinho do atual rei do imperio do planeta Kow. Na sala onde o parto foi realizado estão a mãe da criança, que sorri olhando para seu lindo filho; o pai, orgulhoso por ser um menino; o tio, rei que parabeniza seu irmão; e a parteira, que acaba de sair para deixar a familia mais confortavel.
Para que o bêbe descanse é colocado em um berço, quente e confortável. Repentinamente todo o quarto fica escuro, não sendo possível ver nada. A mulher grita de maneria ensurdecedora, e em seguida silêncio; o pai do bebê chama pelos guardas, que chegam rapidamente acionam a luz de emergência. Os 2 guardas que chegaram olham espantados para dentro do quarto e vêem o rei com sangue em suas mãos e a mãe do bebê morta, com suas tripas dilaceradas expostas.
Avaliem, dêem dicas, sei lá...